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Ano Par › 11/08/2018

Sábado – 18ª. Semana Comum

Amados irmãos e irmãs

“Porque a vossa fé é demasiado pequena. Em verdade vos digo, se vós tiverdes fé do tamanho de uma semente de mostarda, direis a esta montanha: ‘Vai daqui para lá’ e ela irá. E nada vos será impossível”.
Ao descer da montanha, com Pedro, Tiago e João, Jesus é abordado por um pai que suplica por seu filho acometido de epilepsia. Antes de recorrer a Jesus, aquele pai anônimo havia pedido aos discípulos que curassem o seu filho, mas eles não puderam fazê-lo. A incapacidade dos discípulos de curar o menino epiléptico, causa lhes grande decepção.
Sem dúvida, os discípulos, no exercício da missão, experimentaram sua impotência diante de determinadas situações, não conseguiam dar conta da tarefa de que foram incumbidos. Por quê? Porque faltou lhes fé suficiente e confiança verdadeira em Jesus. E quanto a nós em quantas situações sequer tentamos justamente por medo de não dar certo; muitas vezes dizemos que confiamos em Deus, mas ficamos com um pé atrás.
Vendo que os discípulos não podiam atendê-lo o pai apela, então, à compaixão de Jesus. Trata-se de uma verdadeira oração. Tudo o que Jesus faz não é para projetar-se ou com a intenção de ser reconhecido. O que ele faz é por compaixão, que é um sentimento divino que abre o coração para socorrer os outros em suas necessidades. A falta de fé é o grande mal da geração do tempo de Jesus. A fé de Pedro, como uma rocha, e a revelação da transfiguração devem conduzir os discípulos e mover suas vidas.
Na leitura do livro de Habacuc o profeta questiona se Deus não está sendo conivente com os malvados; pois vê os justos colocados sob o jugo dos ímpios e nada acontece a estes. À falta de respostas sobre as intenções de Deus, Habacuc reanima a sua fé e não se assusta com o silêncio de Deus. Aqui me lembro de quantas vezes diante das guerras e sofrimentos, da injustiça e da violência que alastram pelo mundo; até santos homens perguntaram: Onde estava Deus?

Rezemos com o Salmista: O Senhor é o refúgio do oprimido, seu abrigo nos momentos de aflição. Quem conhece o vosso nome, em vós espera, porque nunca abandonais quem vos procura.

Reflexão feita pelo Diácono Irmão Francisco 
Fundador da Comunidade Missionária Divina Misericórdia

1ª. Leitura: Hab 1,12–2,4
Salmo: Sl 9A
Evangelho: Mt 17,14-20

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