Ano Par › 19/09/2018

Quarta Feira – 24ª. Semana Comum

Amados irmãos e irmãs 

Disse Jesus: “a quem compararei os homens desta geração? Com quem se assemelham? São semelhantes a meninos que, sentados na praça, falam uns com os outros, dizendo: Tocamos a flauta e não dançastes; entoamos lamentações e não chorastes”.
Com esta citação evangélica percebemos claramente que Jesus está denunciando o descompasso entre a ação de uns e de outros; a falta de sintonia tão em voga entre nossos movimentos e pastorais nos dias de hoje. É o famoso dançar conforme a nossa música; mesmo que a música esteja desafinada e fora do tom.
João Batista não se misturava com ninguém e eles diziam que ele estava possesso de um demônio; Jesus tinha amizade com eles, sentava-se para tomar refeição com eles, comia e bebia com eles; por isso o rotularam de comilão e beberrão.
Para muitos daquela época e infelizmente alguns nos dias de hoje Jesus é humano demais. Muitos ficam a procurar um Jesus apenas divino, todo glorioso e que de preferência passe bem longe da Cruz.
Na aceitação / rejeição de João Batista, é prefigurada a aceitação / rejeição de Jesus. Não se trata de aceitar ou rejeitar a pessoa, mas do projeto de Deus; quantas pessoas não estão na Igreja e fazem juras de amor a Jesus mas não aceitam seu reino; pois vivem de acordo com suas conveniências.
Na primeira carta de Paulo aos coríntios o apóstolo apresenta o amor como o maior de todos os dons, como o melhor caminho para uma vida cristã pessoal e comunitária. Precisamos amar como Deus ama e pelos mesmos motivos, com a mesma intensidade, de maneira incondicional e inesgotável. O amor cristão ou a caridade está indissoluvelmente ligado à fé e à esperança.
Rezemos com o Salmista: Feliz o povo cujo Deus é o Senhor, e a nação que escolheu por sua herança! Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, da mesma forma que em vós nós esperamos! Amém.

Reflexão feita pelo Diácono Irmão Francisco 
Fundador da Comunidade Missionária Divina Misericórdia

1ª. Leitura: 1 Coríntios 12, 31-13,13
Salmo: 32
Evangelho: Lucas 7,31-35

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