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Ano Par › 13/12/2016

Terça Feira – 3ª. Semana do Advento

dois-filhosAmados irmãos e irmãs
“Em verdade vos digo: Os publicanos e as mulheres de má vida irão diante de vós para o reino de Deus”.
São Jerônimo vai nos ensinar: Eu creio que nos publicanos estão representados todos os homens pecadores e na pessoa das prostitutas todas as mulheres pecadoras. Cremos que o santo doutor disse isso porque os homens são mais ligados aos bens materiais e as mulheres mais ligadas às questões afetivas. O homem, como está assiduamente ocupado em várias coisas, cai mais facilmente no pecado da avareza. Esta parábola não se refere aos gentios nem aos judeus, mas simplesmente aos pecadores e aos justos.
1. O pai, dono da vinha, é Deus.
2. A vinha é o reino dos céus.
3. Os filhos somos nós.
O primeiro filho disse não, uma resposta que implicava em reprovar publicamente a autoridade do pai e enchê-lo de vergonha; mas depois cumpriu a vontade do pai e ele representa os desprezados, os publicanos e as prostitutas, que não conhecem a lei, mas se deixam encontrar pelo Senhor e se convertem como, por exemplo, o publicano Zaqueu e a mulher pecadora.
O segundo filho, que disse “sim”, agradou por sua resposta, não questionou publicamente a autoridade do pai e ficou bem visto diante de todos e foi considerado um filho exemplar; mas não cumpriu o prometido e este filho representa os fariseus que conhecem a Lei, mas são tomados pela hipocrisia religiosa: “Dizem e não fazem” e, além disso, não permitem que outros o façam.
A mensagem, portanto, é muito clara. Entre palavra e ação, a primazia é dada á ação. O homem se salva não pelas palavras estéreis e descompromissadas e nem pelas intenções, mas por fatos concretos e precisos.
Uma pergunta final: Com qual dos dois filhos estamos parecendo?
Na leitura da profecia de Sofonias se faz uma crítica aos chefes das nações que, em vez de cuidar da fé do povo, apenas se preocupam com os seus interesses; são orgulhosos e arrogantes oprimindo o povo. Mas Deus quer uma que consiste na conversão do coração humano, onde os pobres não serão induzidos a colocar outras coisas no lugar de Deus.
Rezemos com o Salmista: Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo, seu louvor estará sempre em minha boca. Minha alma se gloria no Senhor; que ouçam os humildes e se alegrem! Amém.

Reflexão feita pelo Diácono Irmão Francisco
Fundador da Comunidade Missionária Divina Misericórdia

1ª. Leitura: Sf 3,1-2.9-13
Salmo: 33
Evangelho: Mateus 21,28-32

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