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Ano Ímpar › 12/09/2017

Terça Feira – 23ª. Semana Comum

Amados irmãos e irmãs21463273_1434738189944735_3693236959656106997_n
“Todo o povo procurava tocá-lo, pois saía dele uma força que os curava a todos”.
A expectativa de ser convocado para uma seleção de futebol ou para outro esporte em uma olimpíada é vivida intensamente por todos os envolvidos; mas no caso da convocação que Jesus faz ela não existe, pois Jesus não avisa que vai fazer convocação. Ele simplesmente chega, olha nos olhos e chama!
Esse chamado de Jesus é natural e está no próprio dom da vida, porém, Ele escolhe alguns para serem colaboradores mais próximos. Assim foi com os apóstolos cujo chamado vimos neste Evangelho; mas Jesus continua a agir da mesma forma ainda hoje quando chama alguns para ser sacerdote, diácono, freira, ou ainda como leigo consagrado.
Um detalhe que não pode passar despercebido é que Jesus passou uma noite toda em oração, no alto de uma montanha, Jesus preparou-se para escolher os seus. Diante disto é interessante perguntar se estamos orando antes de fazer escolhas de pessoas e de caminhos. Vejam que Jesus não usou critérios humanos para fazer a escolha, pois se assim o fosse teria escolhido os letrados e de posses. O que vai nos ajudar na nossa comunidade a não se deixar levar por critérios humanos em nossas escolhas é a vida de oração. Quantas e quantas vezes não somos tentados a dar um “carguinho” para alguém só porque tem dinheiro ou exerce influência da qual julgamos ser necessário para a Igreja; o que é uma grande ilusão.
Aos escolhidos Deus dá uma força que não vem do humano, mas do Divino, aquela mesma força libertadora, que saia de Jesus e aliviava as pessoas de seus males, está também presente em cada discípulo que dá o seu SIM, mas sempre lembrando que ela só permanece com aqueles que são fiéis ao SIM. Lembramos aqui que ser fiel não significa não pecar; pois se assim o fosse seria impossível ser fiel. Usamos de um exemplo prático para entendermos o que é a fidelidade que Deus quer de cada um de nós. Imagine um casal onde marido e mulher prometeu no sacramento do matrimônio a fidelidade um ao outro. O marido pode ofender a esposa com um palavrão, ou contar uma mentira e isto será grave , mas não é infidelidade. A infidelidade aconteceria se mesmo que o marido nunca tivesse xingado a mulher, mas sim se tivesse uma amante.
Precisamos urgentemente entender que nossas fraquezas não necessariamente caracterizam a infidelidade, mas sim muitas vezes um pecado que confessado nos faz voltar a graça. O que Judas fez foi a infidelidade; pois fez do dinheiro seu deus!
Os “doze”, significa que eles representam todo o Israel, ou seja, as doze tribos.
Recordemos o nome dos doze apóstolos: 01 – Simão, a quem deu o sobrenome de Pedro; 02 – André, irmão de Pedro; 03 – Tiago, 04 – João, 05 – Filipe, 06 – Bartolomeu, 07 – Mateus, 08 – Tomé, 09 – Tiago, filho de Alfeu; 10 – Simão, chamado Zelador;
11 – Judas, irmão de Tiago; e 10 – Judas Iscariotes, aquele que foi o traidor.
Na carta aos colossenses o apóstolo Paulo nos alerta para ficarmos sempre de sobreaviso para não ser surpreendido ou enganado com falsas filosofias ou coisas humanas. A circuncisão que foi feita em nós não foi feita por mãos humanas, mas no batismo fomos sepultados com ele para ressuscitar. Ele (Jesus) cancelou o documento escrito contra nós ao encravá-lo na cruz.
Rezemos com o Salmista: Misericórdia e piedade é o Senhor, ele é amor, é paciência, é compaixão. O Senhor é muito bom para com todos, sua ternura abraça toda criatura. Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem e os vossos santos, com louvores, vos bendigam! Narrem a glória e esplendor do vosso reino e saibam proclamar vosso poder! Amém.

Reflexão feita pelo Diácono Irmão Francisco 
Fundador da Comunidade Missionária Divina Misericórdia

1ª. Leitura: Colossenses 2,6-15
Salmo: 144/145
Evangelho: Lucas 6,12-19

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