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Ano C, Ano Ímpar › 04/01/2019

Sexta Feira – Tempo de Natal

Amados irmãos 
Como saber se uma pessoa é ou não de Deus?
João Batista foi um pregador autêntico que jamais apontou para si mesmo, mas revelou e anunciou Jesus Cristo de tal maneira que convenceu seu discípulo André pelo que ouviu e viu…
O que convence as pessoas com certeza é o testemunho não de palavras, mas de vida.
André acreditou e foi conhecer o mestre e ao conviver com Ele aquele dia não teve mais dúvidas e convenceu seu irmão Pedro a também deixar tudo para seguir Jesus.
A certeza que moveu Pedro não foi a de ouvir ou ver João Batista, mas sim ele acreditou em André; lembramos aqui a passagem da samaritana onde os homens diziam primeiramente cremos porque a samaritana nos falou, mas agora cremos porque nós mesmos vimos e ouvimos. Movido por esta certeza, Simão não hesitou em deixar o antigo mestre João Batista e começar um discipulado totalmente novo.
Hoje somos chamados à reflexão das vezes em que durante nossa pregação, nosso canto ou nossa oração nós queremos aparecer mais que Jesus. Queremos as vezes que as pessoas se encantem conosco e não com o que anunciamos.
Olhemos para João e lembremos-nos do princípio de que é preciso que eu desapareça para que Ele cresça!
Outro detalhe importante no momento de mensurar a importância da Palavra, do lugar que se prega e da pessoa do pregador é lembrar de que nós não somos a mensagem, mas somente o mensageiro.
Assim como a vasilha não é mais importante do que a água, a casa não é mais importante do que quem nela mora também o mensageiro não é mais importante do que a Palavra e a Palavra que anunciamos é o Verbo encarnado, ou seja, o próprio Jesus Cristo feito homem no meio e nós!
O presbitério não pode ser transformado em palco de show, pois a missa é um sacrifício onde o Cordeiro imolado é o principal e João Batista já nos apontou quem é Ele.
A carta de João diz: “É nisto que se conhece quais são os filhos de Deus e quais os do demônio: todo o que não pratica a justiça não é de Deus, como também aquele que não ama o seu irmão”.
Neste grande ensinamento convém lembrar que se não praticarmos a justiça e não amarmos o próximo não seremos reconhecidos como filhos de Deus.
Rezemos com o salmista: Aplauda o mar com todo ser que nele vive,
o mundo inteiro e toda gente! As montanhas e os rios batam palmas
e exultem de alegria. Na presença do Senhor, pois ele vem, vem julgar a terra inteira. Estejamos também nós entre aqueles que estarão na vossa presença. Amem.

Reflexão feita pelo Diácono Irmão Francisco 
Fundador da Comunidade Missionária Divina Misericórdia

Leitura: 1 João 3,7-10
Salmo: 98
Evangelho: João 1,35-42

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