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Ano Par › 16/12/2016

Sexta Feira – 3ª. Semana do Advento

15400357_1164551663630057_7166587886615965257_nAmados irmãos e irmãs
Nestes dias temos meditado sobre a figura de João Batista e ele mesmo disse que não era o Messias, mas sim que veio para dar testemunho do Messias. João foi fiel à sua missão, deu testemunho da verdade e literalmente mostrou Jesus: Eis o Cordeiro de Deus! Apesar disto muitos não entenderam a mensagem de João e não abriram seus corações para a mensagem de Jesus.
A controvérsia entre Jesus e os chefes do povo, que o acusavam de violar o sábado, está no auge. Jesus as acusações feitas contra Ele dizendo que dá testemunho do pai. A aceitação de Jesus como Messias não dependia tanto do que ele falava de si mesmo, quanto de seus gestos poderosos.
Por isso é que Jesus realiza as suas obras: para que, por meio delas, aqueles que não o reconheceram pelo testemunho de João pudessem reconhecê-lo. É por isso que as obras de Jesus são um grande sinal de que ele é o Messias, o Filho de Deus.
Em matéria de fé, às vezes somos exigentes e temerosos. Sempre precisamos de provas e testemunhos; no entanto outras vezes aceitamos facilmente qualquer argumento e caímos na lábia de quem quer apenas nos explorar, tirar proveito geralmente financeiro. É necessário crescermos na fé, pedirmos ao Espirito Santo que nos dê discernimento nesta hora para ver o bem que Deus nos apresenta e o mal que nos assedia a cada instante de nossas vidas.
O papa Francisco na Encíclica Lumen fidei / A luz da fé, §§8-9 nos fala: Abraão, nosso pai na fé: A fé desvenda-nos o caminho e acompanha os nossos passos na história. Por isso, se quisermos compreender o que é a fé, temos de explanar o seu percurso, o caminho dos homens crentes. Um posto singular ocupa Abraão, nosso pai na fé. Na sua vida, acontece um fato impressionante: Deus dirige-lhe a Palavra, se revela como um Deus que fala e chama-o pelo seu nome. A fé está ligada à escuta. Abraão não vê Deus, mas ouve a sua voz. Deste modo, a fé assume um carácter pessoal: o Senhor não é o Deus de um lugar, nem mesmo o Deus vinculado a um tempo sagrado específico, mas o Deus de uma pessoa, concretamente o Deus de Abraão, Isaac e Jacob, capaz de entrar em contato com o homem e de estabelecer com ele uma aliança. A fé é a resposta a uma Palavra que interpela pessoalmente, a um Tu que nos chama pelo nosso nome.
Na leitura do livro do profeta Isaías exorta os todos a respeitar o direito e a praticar a justiça. A salvação é oferecida a todos aqueles que sabem levar o culto para a vida e a vida para o culto (Celebrar o que vive e viver o que celebra). Ninguém seja excluído, pois a casa do Senhor será chamada casa de oração para todos os povos.
Rezemos com o Salmista: Que Deus nos dê a sua graça e sua bênção, e sua face resplandeça sobre nós! Que na terra se conheça o seu caminho e a sua salvação por entre os povos. Amém.

Reflexão feita pelo Diácono Irmão Francisco 
Fundador da Comunidade Missionária Divina Misericórdia

1ª. Leitura: Is 56,1-3a.6-8
Salmo: 66
Evangelho: Jo 5,33-36

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