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Ano Par › 05/02/2018

Segunda Feira – 5ª. Semana Tempo Comum

Amados irmãos e irmãs27540090_1569607056457847_6670720613749524789_n
Quantos e quantas querem tocar hoje nas vestes de Jesus?
A resposta a esta arguição é uma só: milhares, milhões querem tocar em Jesus, mas não conseguem. E não conseguem porque falta quem as leve até Jesus ou ainda porque infelizmente alguns lobos em pele de cordeiro têm levado estas pessoas por caminhos que não são os verdadeiros caminhos.
O Evangelho diz que: “E, nos povoados, cidades e campos aonde chegavam, colocavam os doentes nas praças e pediam-lhe para tocar, ao menos, a barra da sua veste. E todos quantos o tocavam ficavam curados”. Fico a imaginar esta cena se repetindo nos tempos do padre Donizete quando muitas macas eram colocadas nas calçadas da cidade de Tambaú SP; fico a imaginar Lourdes na França e tantos outros lugares onde o poder de Deus se manifesta. Mas o que acontece hoje? Institucionalizaram os milagres de Jesus.
O problema hoje não está em Jesus, mas sim na relação equivocada que às vezes nós queremos ter com ele.
Nosso relacionamento com Deus não pode partir de uma premissa falsa, não pode partir de jogo de interesse, mas sim da verdade de um coração disposto a mudar.
O que decepciona a muitos no relacionamento com Jesus é que por mais milagres e curas que se faça se o coração não estiver disposto a se abrir não tem como continuar no seguimento de Jesus e da sua Igreja.
Prestem bem atenção no número de pessoas que ontem narravam maravilhas de curas e prodígios na sua vida, mas que hoje se encontra distante de Deus em uma vida vazia.
Jesus ao curar não transforma o curado em refém de seus interesses; Ele cura e o beneficiado permanece livre para segui-lo ou não.
É muito comum vermos hoje um festival de curas e milagres onde se impõe condições do tipo tem que permanecer aqui, tem que pagar isto ou aquilo; se deixar a Igreja vai voltar à doença, etc. Aliás, para quem faz este tipo de ameaça é bom lembrar que se a cura aconteceu como é que posso ameaçar o curado com a mesma doença? Isto mais parece bruxaria.
Na leitura do primeiro livro dos Reis vemos que a Arca da Aliança era sinal da presença do próprio Deus no meio do seu povo. A transferência para o santuário do templo era o grande acontecimento e a glória do Senhor se manifestou como uma nuvem que encheu o templo do Senhor. Hoje o templo de Deus é o nosso coração e Jesus a nova Arca da Aliança que traz em si, para nós a salvação prometida pelo Pai. É necessário que nosso coração se preencha da glória de Deus!

Rezemos com o Salmista: Subi Senhor, para o lugar de vosso pouso, subi vós, com vossa arca poderosa! Que se vistam de alegria os vossos santos, e os vossos sacerdotes, de justiça! Por causa de Davi, o vosso servo, não afasteis do vosso Ungido a vossa face! Amém.

Reflexão feita pelo Diácono Irmão Francisco 
Fundador da Comunidade Missionária Divina Misericórdia

1ª. Leitura: 1Rs 8,1-7.9-13
Salmo: 131
Evangelho: Marcos 6,53-56

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