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Ano Ímpar › 02/09/2017

Sábado – 21ª. Semana Comum

21192352_1423957711022783_3233082920880183827_nAmados irmãos e irmãs
‘Muito bem, servo bom e fiel; já que foste fiel no pouco, eu te confiarei muito. Vem regozijar-te com teu senhor’.
Esta parábola dos talentos é muito interessante, pois se por um lado alguns dizem que Deus não coloca em nossos ombros fardos maiores do que suportaríamos; aqui poderíamos dizer que Deus nos concede talentos não para escondermos ou querer só para nós, mas sim para colocarmos a disposição de toda a comunidade.
O que devemos destacar é que o espírito de medo não pode sobrepujar a ação daquele que crê. Um cristão não pode se dar por satisfeito só porque é austero cumpridor de preceitos; é preciso ir além.
Imaginem um coordenador de comunidade que se satisfaz porque tem cem congregados fiéis e só fica a zelar destes sendo que do seu lado existem milhares de pessoas sedentas. Estes podem ser comparados aos que hoje são discípulos que, embora não façam nada de errado, são incapazes de ir ao encontro do outro, de praticar um gesto de solidariedade, de lutar por justiça social. São incapazes de entender que a misericórdia e o amor vão muito além do que a observação de preceitos. São pessoas que buscam se salvar sozinhos esquecendo-se de que o próprio Cristo nos ensinou que quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á.
O elogio aos dois primeiros servos e a repreensão do terceiro indica qual tipo de colaborador o Senhor deseja. O discípulo missionário nunca vai estar satisfeito com o que já fez na Igreja, ele vai sempre querer buscar mais; são incansáveis na prática do bem e no anúncio do Reino. Note que aqui não estamos falando de coisas materiais, mas sim de bens espirituais.
Na primeira carta aos tessalonicenses Paulo exorta sobre a importância da caridade fraterna; que consiste em amar os irmãos , uns aos outros sempre buscando mais a perfeição. A serenidade como virtude é traduzida na preocupação de nossas próprias coisas; e cremos que isto significa o afastamento da bisbilhotice e comentários da vida alheia.
Rezemos com o Salmista: O Senhor julgará as nações com justiça. Aplauda o mar com tudo ser que nele vive, o mundo inteiro e toda gente! Na presença do Senhor, pois ele vem, vem julgar a terra inteira. Julgará o universo com justiça e as nações com equidade. Amém.

Reflexão feita pelo Diácono Irmão Francisco 
Fundador da Comunidade Missionária Divina Misericórdia

1ª. Leitura: 1 Tessalonicenses 4,9-11
Salmo: 97/98
Evangelho: Mateus 25,14-30

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