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Ano Par › 04/01/2018

Quinta Feira antes da Epifania

26167466_1537140179704535_5089315342683443980_nAmados irmãos e irmãs
“… Levou-o a Jesus, e Jesus, fixando nele o olhar, disse: Tu és Simão, filho de João; serás chamado Cefas (que quer dizer pedra) ”.
O evangelho do João é o único a mencionar que discípulos de João Batista se tornaram discípulos de Jesus. Por meio de ambos ouvimos a pergunta que move o coração de cada ser humano: “Que procurais?”. O que buscam, eles o encontraram em Jesus: “Encontramos o Cristo”.
Assim que João apontou para Jesus e disse com alegria e convicção “Eis o Cordeiro de Deus”; não houve despedida, os dois discípulos, na mesma hora foram atrás de Jesus. Quando se faz essa experiência íntima com Jesus Cristo, no mais íntimo do nosso ser, é impossível não ser missionário, assim aconteceu com a mulher Samaritana, ela foi correndo anunciar, André vai correndo anunciar ao irmão Simão, e o leva a Jesus, é a essência do anúncio querigmático: nosso anúncio deve levar as pessoas a Jesus, não para que a pessoa venha fazer parte do nosso grupo ou da nossa Igreja, mas que após o encontro ele até nos abandone e siga na missão.
Em nossas comunidades cristãs há histórias tão bonitas como esta, mas o que importa na reflexão é que possamos a todo o momento recontar a nossa história, aumentando assim o nosso fervor, a nossa fidelidade, o nosso amor e encanto por Jesus de Nazaré – Nosso Único Deus e Senhor. Jesus olhou profundamente para Pedro e agora quer olhar da mesma forma para cada um de nós.
Santo Afonso Maria de Ligório, bispo e doutor na 1ª meditação para a Oitava do Natal nos diz: Ando errante como ovelha tresmalhada; vinde em busca do vosso servo (Sl 118,176). Senhor, eu sou a pobre ovelha que se perdeu quando corria atrás da satisfação dos seus gostos e dos seus caprichos. Mas tu, que és simultaneamente Pastor e Cordeiro, tu desceste do céu para me salvar, imolando-te na cruz como vítima em expiação pelos meus pecados: Eis o Cordeiro de Deus. Assim, pois, se quero corrigir-me, nada tenho a temer. Eis o Deus que me salva, tenho confiança e nada temo (Is 12,2). Tu entregaste-te a mim e, para me inspirares confiança, não podias dar me maior prova da tua misericórdia.
Querido Menino! Tenho tanta pena de te ter ofendido! Fiz-te chorar no estábulo de Belém; mas sei que vieste procurar-me. Por isso, lanço-me a teus pés e, a despeito da pobreza e da humilhação em que te vejo nesse presépio e sobre essa palha, reconheço-te como meu rei e meu soberano Senhor. Compreendo o sentido das tuas doces lágrimas, que me convidam a amar-te e me pedem o coração. Ei-lo aqui, meu Jesus, estou hoje a teus pés para te oferecer. Muda-o, abrasa-o, porque desceste do céu para abrasar os corações com o teu santo amor. Ouço-te dizer-me desse presépio: Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração (Mt 22,37; Dt 6,5); e respondo-te: Meu Jesus, se não te amar a ti, meu Senhor e meu Deus, a quem amarei?
Da leitura da primeira carta de João aprendemos que o Filho de Deus veio para destruir as obras do demônio. Por Ele nos tornamos filhos também e saberão que somos filhos pela pratica da justiça e do amor; pois que não pratica a justiça e não ama não pode ser de Deus!
Rezemos com o Salmista: Aplauda o mar com todo ser que nele vive, o mundo inteiro e toda gente! As montanhas e os rios batam palmas e exultem de alegria. Na presença do Senhor, pois ele vem, vem julgar a terra inteira. Julgará o universo com justiça e as nações com equidade. Amém.

Reflexão feita pelo Diácono Irmão Francisco 
Fundador da Comunidade Missionária Divina Misericórdia

1ª. Leitura: 1 João 3,7-10
Salmo: 97/98
Evangelho: João 1,35-42

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