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Ano Par › 04/10/2018

Quinta Feira – 26ª. Semana comum

Amados irmãos e irmãs 

“A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Por isso, pedi ao dono da messe que mande trabalhadores para a colheita. Eis que vos envio como cordeiros para o meio de lobos”.
Quem entra para o serviço do Senhor não pode ter a ilusão de que vai ter vida fácil; como vimos o próprio Mestre nos advertiu. O discípulo não é maior que o Mestre e assim todos nós devemos considerar que a hostilidade, resistência e rejeição à missão cristã pode surgir até de onde menos se espera. Por sermos portadores da Boa Nova da Paz não devemos responder a rejeição com rejeição, mas sacudir o pó da sandália que significa não se deixar abater pelo fracasso, rezar por quem não nos aceita e seguir em frente.
Outro grande ensinamento de Jesus é que só vai entender de solidariedade quem dela tiver precisado e por isto a pobreza material que levava os discípulos a depender da caridade alheia e quem depende de doações, está sujeito a ironia, gozações e humilhações, mas com certeza isto o fará a prender ser solidário.
O papa emérito Bento XVI, na Mensagem para a jornada mundial de oração pelas vocações de 2006 disse: Relembrados da recomendação de Jesus: A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos! Orai para que o dono da messe mande trabalhadores para a sua messe! (Mt 9,37), advertimos vivamente para a necessidade de rezar pelas vocações ao sacerdócio e à vida consagrada. Não surpreende que, onde se reza com fervor, as vocações floresçam. A santidade da Igreja depende essencialmente da união com Cristo e da abertura ao mistério da graça que opera nos corações dos crentes. Gostaria, portanto, de convidar todos os fiéis a cultivar uma íntima relação com Cristo, Mestre e Pastor do seu povo, imitando Maria, que guardava no seu coração os divinos mistérios e os meditava assiduamente (cf Lc 2,19). Juntamente com Ela, que tem um lugar central no mistério da Igreja, rezamos:
Ó Pai, fazei com que surjam, entre os cristãos, numerosas e santas vocações ao sacerdócio, que mantenham viva a fé e conservem uma memória cheia de gratidão do vosso Filho Jesus, pela pregação da sua palavra e pela administração dos sacramentos com os quais renovais continuamente os vossos fiéis. Dai-nos santos ministros do vosso altar, que sejam atentos e fervorosos guardiões da Eucaristia, o sacramento do supremo dom de Cristo para a redenção do mundo. Chamai ministros da vossa misericórdia, os quais, através do sacramento da Reconciliação, difundam a alegria do vosso perdão. Fazei, ó Pai, que a Igreja acolha com alegria as numerosas inspirações do Espírito do vosso Filho e, dócil aos seus ensinamentos, cuide das vocações ao ministério sacerdotal e à vida consagrada. Ajudai os bispos, os sacerdotes, os diáconos, as pessoas consagradas e todos os batizados em Cristo, para que cumpram fielmente a sua missão ao serviço do Evangelho. Nós vos pedimos por Cristo, nosso Senhor. Amem. Maria, Rainha dos Apóstolos, rogai por nós.
Na leitura de Jó os amigos não cansavam de repetir que as provações eram prova evidente das suas culpas diante de Deus. Jó pelo contrário, teimava em afirmar inocência. O seu maior sofrimento era, agora, resistir às palavras dos amigos. Sentia-se e dizia-se inocente, mas não conseguia prová-lo, nem diante de Deus, nem diante dos amigos. Jó pensa escrever a sua defesa para que, um dia, alguém, pudesse fazer-lhe justiça.
Rezemos com o Salmista: Senhor é vossa face que eu procuro; não me escondais a vossa face! Não afasteis em vossa ira o vosso servo, sois vós o meu auxílio! Não me esqueçais nem me deixeis abandonado, meu Deus e Salvador! Amém.

Reflexão feita por Irmão Francisco 
Fundador da Comunidade Missionária Divina Misericórdia

1ª. Leitura: Jó 19,21-27
Salmo: 26
Evangelho: Lc 10,1-12

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