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Ano Par › 21/06/2018

Quinta Feira – 11ª. Semana Comum

Amados irmãos e irmãs

Orar é falar com Deus! Falar na intimidade; portanto é impossível fazer uma oração sincera se não conhecermos Deus; claro que na plenitude jamais o conheceremos nesta vida terrena.
Você já imaginou conversar na intimidade com uma pessoa que você não conhece; convenhamos que fica difícil. Não dá para falar detalhes sobre nossas dificuldades, fraquezas e do nosso amor para alguém que não conhecemos.
Se tudo isto não for observado não estaremos fazendo oração e sim discurso ou oratória que pode até ser bonita e emocionar; mas será totalmente vazia.
Só a oração do coração humilde toca o coração de Deus e no caso da oração do Pai nosso o mais bonito é que foi o próprio Jesus que nos ensinou. Nela mostramos nossa intimidade ao chamar Deus de Pai; nos colocamos a disposição para fazer o reino acontecer.
A oração do Pai nosso fala da relação vertical, horizontal e interior. Vertical quando nos dirigimos ao pai; horizontal quando nos dirigimos aos irmãos ( assim como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido) e interior quando nos voltamos a nós mesmos ( perdoai as nossas ofensas…;não nos deixei cair em tentação e livrai nos do mal…)
São sete pedidos e sete é a totalidade.
Pão nosso não é pão meu; pão nosso é pão partilhado; é pão de todos; pão do amor; da justiça e da solidariedade.
Livrai-nos do inimigo é não permitir que este inimigo nos roube o pão da vida; o pão do céu que nos alimenta e nos mantém na caminhada enquanto Igreja peregrina.
Na leitura do livro do Eclesiástico vemos dois grandes profetas exaltados Elias e Eliseu que se destacam num momento crítico para o javismo. Elias, o profeta de fogo impetuoso, a chama acesa três vezes sobre o monte Carmelo, a ajuda à viúva de Sarepta, a oposição a Acab, Acasías e Jorão, a frequência do monte santo, a unção o arrebatamento ao céu. De Eliseu, cujo nome quer dizer Deus salva, recorda-se o papel político e é diversas vezes retomado pela liturgia: a Sunamita e o duplo nascimento do filho; a multiplicação dos pães; a cura de Naamã. Quando Elias foi envolvido no turbilhão, Eliseu ficou repleto do seu espírito. Nada havia acima de suas forças, e, até já morto, seu corpo profetizou. Durante a vida realizou prodígios e, mesmo na morte, suas obras foram maravilhosas.

Rezemos com o Salmista: Deus é Rei! Exulte a terra de alegria, e as ilhas numerosas rejubilem! Treva e nuvem o rodeiam no seu trono, que se apoia na justiça e no direito. Amém.

Reflexão feita por Irmão Francisco 
Fundador da Comunidade Missionária Divina Misericórdia

1ª. Leitura: Eclesiástico 48, 1-14
Salmo: 96
Evangelho: Mateus 6,7-15

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