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Ano Ímpar › 06/02/2019

Quarta feira – 4ª. Semana comum

Amados irmãos e irmãs 
Alguns estão tentando monitorar o Espírito Santo!
Na cabeça das autoridades do tempo de Jesus e do povo em geral para fazer o que Jesus fazia era necessário ter cargo, títulos, etc. E este pensamento prevalece até hoje em nossas comunidades.
Muitos ainda hoje não dão oportunidade para que alguém faça o que ele está fazendo por medo das inevitáveis comparações.
Cuidado precisamos ter para não querer ter tudo sob nosso controle, querer monitorar as pessoas como marionetes e o que é pior tentar monitorar o Espírito Santo; porque aí o desastre está feito.
De onde lhe vinha tanta sabedoria? Humanamente era impossível e ainda o é hoje acreditar que alguém sem mestrado e doutorado e sem ser nomeado para algum cargo possa dominar tanto conhecimento e realizar tantos prodígios.
Por estes e outros motivos Jesus pouco realizou em sua terra preferindo realizar seus milagres e prodígios em terra estranha.
Será que você conhece alguém que na sua comunidade também foi desprezado e partiu para outra comunidade e lá passou a ser referencia?
Na carta aos hebreus lemos que: “Ainda não tendes resistido até o sangue, na luta contra o pecado” e é isto mesmo que vemos quando celebramos memória de um mártir, ou seja, eles sim foram até as últimas consequências, mas a nós isto ainda não aconteceu.
Diz ainda a carta: “E verdade que toda correção parece, de momento, antes motivo de pesar que de alegria”.
No momento em que alguém nos chama a atenção por mais errado que estejamos à primeira reação que temos é se irritar com aquele que nos corrigiu; principalmente se isto for em público.
Na comunidade costumamos dizer que a correção deve ser fraterna e em primeiro momento deve ser em particular.
Por fim diz a leitura: “Estais sendo provados para a vossa correção: é Deus que vos trata como filhos. Ora, qual é o filho a quem seu pai não corrige”?
Deus não tenta ninguém, mas Ele permite que seus filhos sejam provados. A diferença entre tentação e provação é que a tentação é um convite para o pecado e Deus jamais faria isto conosco ao passo que a provação é aquele sofrimento que nos leva ao crescimento e busca da perfeição. Cito como exemplo que um pai biológico em sã consciência jamais vai chamar seu filho para assaltar, matar, etc., pois sabe que isto vai lhe trazer sofrimento; ou seja, não o convida para pecar; mas este mesmo pai parece não se incomodar ao ver o filho sofrer porque caiu ao tentar dar os primeiros passos, porque ele sabe que este tombo vai ensinar o filho a andar e assim se da com as quedas ao andar de bicicleta; o choque na tomada, etc.
Rezemos com o Salmista: Como um pai se compadece de seus filhos,
o Senhor tem compaixão dos que o temem. Porque sabe de que barro somos feitos e se lembra que apenas somos pó. Mas o amor do Senhor Deus por quem o teme é de sempre e perdura para sempre. Amém.

Reflexão feita pelo Diácono Irmão Francisco 
Fundador da Comunidade Missionária Divina Misericórdia

Leitura: Hebreus 12,4-7.11-15
Salmo: 103
Evangelho: Marcos 6,1-6

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