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Ano Ímpar › 14/06/2017

Quarta Feira – 10ª. Semana Comum

19105815_1345771002174788_286775722449990892_nAmados irmãos e irmãs
“Aquele que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar assim aos homens, será declarado o menor no Reino dos céus. Mas aquele que os guardar e os ensinar será declarado grande no Reino dos céus”
Jesus respeitava a Lei mosaica (o Torá), mas a conciliava de forma que ela não fosse um jugo para o homem e sim sua libertação.
A palavra cumprir aqui usada por Jesus significa completar, levar até o fim, realizar ou obedecer. Jesus não pretendia subverter a lei, ele pretendia cumpri-la, assim a levando até o seu determinado fim.
O homem não deve buscar a justiça como prêmio do seu esforço pessoal em cumprir a Lei. No nosso cotidiano não seremos premiados porque não roubamos e não matamos, pois se assim o fizermos apenas cumprimos a lei. Jesus não é legalista e por isto este algo mais significa que o verdadeiro seguidor de Jesus Cristo além de cumprir a lei como, por exemplo, não matar e não roubar, ele vai lutar para outros não matem e não roubem, ele vai lutar por justiça social e pela promoção da vida, ele vai além da lei; pois não está preso a ela.
Assim também em nossas comunidades somos chamados a ser mais que cumpridores da lei, ou seja, não basta decorar os dez mandamentos da lei de Deus e os cinco da Igreja e praticá-los a risca buscando a salvação pessoal e esquecendo-se da comunidade; se assim procedermos estaremos no legalismo tão criticado por Jesus. Jesus pede algo mais que brota do coração e que só o amor pode nos levar a fazer.
Na segunda carta de Paulo aos coríntios ele nos ensina que nossa capacidade vem de Deus, ou seja, não teríamos condições por nós mesmos de exercer nosso ministério sem que Deus através do seu Espírito Santo nos desse esta capacidade. Nós somos ministros da Nova Aliança, não a da letra, e sim a do Espírito. Porque a letra mata, mas o Espírito vivifica. Esta Aliança a está selada no Sangue de Jesus e não em qualquer outra coisa.
Quão grande é a nossa responsabilidade quando lemos palavras como estas. Precisamos urgentemente rever nossa atuação enquanto ministros na Igreja do Senhor, afinal a aliança da qual o Senhor nos fala não é humana e, portanto não podemos continuar dando a ela tratamento como se humana fosse; pois não pode estar sujeita a regras e convenções meramente humanas.
Rezemos com o Salmista: Eis Moisés e Aarão entre os seus sacerdotes. E também Samuel invocava seu nome, e ele mesmo, o Senhor, os ouvia. Da coluna de nuvem falava com eles. E guardavam a lei e os preceitos divinos que o Senhor nosso Deus tinha dado. Respondíeis a ele, Senhor nosso Deus, porque éreis um Deus paciente com eles, mas sabíeis punir seu pecado. Exaltai o Senhor nosso Deus e prostrai-vos perante seu monte, pois é santo o Senhor nosso Deus. Amém.

Reflexão feita pelo Diácono Irmão Francisco
Fundador da Comunidade Missionária Divina Misericórdia

1ª. Leitura: 2 Coríntios 3,4-11
Salmo: 98/99
Evangelho: Mateus 5,17-19

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